sábado, 19 de novembro de 2011 as 16:54:07 | Cultura
“Thanksgiving”
 
 
   

por Adriana Cavalini

As comemorações de final de ano já começaram a ganhar espaço nas decorações das vitrines das lojas, nos shoppings, nas sacadas dos apartamentos e nas casas que recebem as luzes e o brilho desta época.

Final de ano lembra férias, Natal e novos sonhos e projetos para o próximo ano. Nos EUA e no Canadá, além da comemoração do Natal e da entrada do novo ano, comemora-se também o THANKSGIVING, o dia de Ação de Graças.

No Canadá, ocorre na segunda segunda-feira do mês de outubro e nos EUA é comemorado na quarta quinta-feira de novembro (este ano, será no dia 24/11). Neste dia, como o próprio nome diz, agradecer é a palavra-chave e ganha os lares americanos e canadenses,  assim como o Natal no Brasil. Lá, o Thanksgiving chega a ser mais especial que o Natal, e é o dia em que as famílias e amigos se reúnem numa ceia com direito a peru e uma variedade de legumes.

Thanksgiving remete à época em que os peregrinos vieram para a América com a intenção de criar um novo mundo, fugindo das imposições religiosas ocorridas na Europa. No novo mundo, eles enfrentaram muito sofrimento no início, mas, depois de algum tempo, com a ajuda dos nativos americanos que os ensinaram a cuidar da terra, caçar e construir suas habitações, eles realmente se sentiram em casa. Por isso, agradecer toda essa ajuda e cuidado foi o que tornou significativo e o que inspirou a comemoração do Thanksgiving.

Hoje, americanos e canadenses preparam-se para agradecer pela família, pelos amigos, pelo trabalho, enfim, agradecer pelas conquistas do ano, de suas vidas.

Venha conhecer um pouco mais sobre essa comemoração. No dia 25/11/2011, teremos o Speak’n’Rock com o tema de Thanksgiving. Cultura e bate papo juntos em um evento que vai agradar a todos.

 
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domingo, 11 de setembro de 2011 as 12:36:26 | Educação
As novas tecnologias como ferramentas de ensino
 
 
   

 

por Camila Eugênio, Rafael Alves e Sarah de Oliveira

 

Lousa, giz e sala de aula não são mais as únicas formas de educação disponíveis aos brasileiros ultimamente. A educação à distância vem crescendo nas últimas décadas e veio se estabelecendo graças à necessidade de muitas pessoas que precisavam se preparar profissional e culturalmente e não podiam fazer aulas presenciais. Com isso, acabaram utilizando as tecnologias disponíveis da época.

Em meados da década de 1980, a sociedade da era industrial passava por uma transição com o advento de novas tecnologias, tais como: microprocessador, a rede de computadores e até o computador pessoal.  Houve uma mudança de pensamento a respeito da detenção do saber, pois, até então, os professores, dicionários, enciclopédias e livros eram a fonte de aprendizagem e eram procurados em caso de qualquer dúvida. Hoje já não são mais vistos dessa forma, considerando que podemos encontrar todas essas informações no que chamamos de ciberespaço, espaço virtual para a comunicação disposto por meio de tecnologia.

E é neste contexto que a educação à distância se insere. Com a chegada da era da informação, em que todos  podem ter acesso à informação por meio de antigas e novas tecnologias, a aprendizagem quebrou barreiras e pode chegar a qualquer pessoa do mundo que tenha o mínimo acesso às tecnologias.

Apesar de todos esses acontecimentos, ainda existe certa insegurança, medo ou até mesmo preconceito em relação à educação a distancia. Quem nunca ouviu dizer: “sou contra este tipo de aprendizagem” ou até mesmo “é uma modalidade usada por preguiçosos”? Porém, poucos sabem dos benefícios que esta modalidade inovadora e eficiente pode trazer.  

Para citar um exemplo, no caso dos clientes do CCLi, há várias pessoas que fizeram ou fazem cursos à distância e obtiveram o resultado esperado.  Temos alunos que podem vir até a empresa, mas por já terem experimentado as aulas à distância, preferem estudar na própria casa ou no trabalho. Assim, economizam o tempo de ir até o local da aula.

Enfim, há muitas vantagens com esta nova opção de aprendizagem. E, de hoje em diante, não existe mais a desculpa de não aprender um língua por falta de tempo. Não é mesmo?

 
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sexta, 26 de agosto de 2011 as 08:54:09 | Entretenimento
Volta às aulas: motivo para comemoração ou para sentir a pressão do semestre por vir?
 
 
   

 

por Clara Zanirato

 

Quando estamos próximos de retornar à escola, temos a sensação de que uma nova etapa está por se iniciar e muitas vezes nos preocupamos com as responsabilidades e os desafios que teremos.  Na cultura Norte-Americana, o ato de voltar às aulas – que geralmente acontece no final do mês de agosto – é rodeado pela tradição de receber os alunos para o novo ano que está começando. A universidade, os centros acadêmicos, os grupos esportivos, de estudo e de cultura se preocupam em preparar a “casa” para o retorno dos que estavam longe. Por isso, a tradição recebe o nome de Homecoming (volta para casa), pois a universidade é considerada a moradia dos alunos que, por quatro ou cinco anos, vivem e convivem na instituição.

O Homecoming originou-se das partidas de football americano que aconteciam nas universidades em meados do séc. XIX. O registro do primeiro Homecoming data de 1911, na Universidade do Missouri, onde a festa foi centrada em torno do jogo e de uma parada (desfile).

As tradições do Homecoming incluem:

·         Homecoming court: casal representante dos alunos, consitituídos de um Rei e uma Rainha que foram eleitos;

·         Parade: um desfile com a banda da escola e as demais instituições esportivas e culturais;

·         Tailgate: um “esquenta” para os jogos de futebol americano da universidade;

·         Picnics, parties and competitions: acontecem dentro da universidade nos centros de eventos ou nos jardins.

O propósito maior das tradições do Homecoming é fazer com que o aluno sinta-se confortável e acolhido pela universidade, para que o “espírito de equipe” e o sentimento de “pertencer à universidade” cresçam entre as pessoas.

Com isso, a intenção é fazer com que a universidade realmente seja um lar.

 
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sábado, 13 de agosto de 2011 as 23:55:42 | Cultura
Buone vacanze!
 
 
   

 

por Letícia Matos

 

Enquanto para nós, brasileiros, agosto é um mês de volta às aulas ou de muito trabalho, para os europeus é um mês de férias e de muito lazer. Os italianos, costumeiramente, aproveitam bem esse período para passear, arrumar as malas e ir para suas casas de praia ou para ir às montanhas.

No dia 15 de agosto, em toda a Itália, comemora-se um feriado chamado Ferragosto, do latim Feriae Augusti, o qual é, assim como muitos outros feriados nacionais italianos, um feriado católico para festejar a Assunção de Maria.

Historicamente, na antiguidade, essa data era celebrada por representar o fim da época das colheitas e era chamada deConsualia, em homenagem ao deus Conso, protetor da agricultura. Tempos depois, passou a ser celebrada como Augustali, em lembrança ao imperador Otávio Augusto. E hoje, chamado de Ferragosto, essa data ainda é muito celebrada na Itália, com um mês bastante agitado, apesar de vários setores da economia declarar férias.

Geralmente, no dia de Ferragosto, as pessoas não ficam em casa. A maioria escolhe ir para a praia e as cidades ficam vazias. Há ainda quem escolhe virar a noite do dia 14 de agosto à beira mar: ali, se acende um farol, se faz um luau ao som do violão e todos cantam, bebem, comem... Não se tem, de fato, um modo de comemorar específico, cada um comemora esse feriado como preferir! 

Uma curiosidade e também um conselho para aqueles que estão na Itália nesse período: cuidado caso estejam passeando de carro pela praia, pois é costume dos italianos jogarem baldes de água em direção aos carros, sem se preocuparem se você ou seu carro ficarão ensopados! Uma maneira italiana “especial” de comemorar a data, loro ti prendono in giro!

Buon Ferragosto a tutti!

 
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sábado, 30 de julho de 2011 as 11:04:05 | Cultura
Vozes que se calam
 
 
  cantora Amy WineHouse
   

 

 
A notícia da morte da cantora inglesa Amy Winehouse tomou conta das capas de
jornais e revistas e de grande parte do tempo dos telejornais. A cantora, dona de um
talento inegável, era dependente confessa de álcool e drogas e, nos últimos tempos, as consequências de sua dependência podiam ser vistas nos palcos e fora deles também.
 
A mídia fez este alarde todo por se tratar de uma celebridade, mas será que Amy era
muito diferente daqueles que pedem e roubam a fim de sustentar o vício? Ou daqueles
que vivem na cracolândia como zumbis em bando vagando de um lado para o outro,
criando confusão uns com os outros, com a polícia, com os comerciantes e moradores da região? Várias Amys podem ser vistas nas imediações das rodoviárias e nas periferias das cidades, porém ser o ar de glamour dos prêmios musicais, dos shows e das festas.
 
Pessoas de 27 anos, ou mais jovens, ou mais velhas, estão perdendo suas vidas para as drogas. Jovens que poderiam ter um futuro brilhante estão muito longe disso; pessoas que estavam rumo a este futuro esbarraram no vício; outros que já possuíam uma vida estável perdem família, amigos e emprego.
 
A mãe de Amy Winehouse deu uma entrevista e disse que, ao ver a filha pela última vez, já sabia que sua morte era uma questão de tempo. É muito difícil para uma mãe visualizar esta realidade. Quantas outras mães, pais, irmãos, familiares e amigos não pensam assim também?
 
O mundo da música perde uma bela voz; o mundo real perde vozes, ideias e atitudes que poderiam ajudar em sua construção.

 

 
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